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Sunday, April 20, 2014

Zach's Challah


Hoje tenho uma novidade. Pela primeira vez tenho um convidado aqui no blog! Entretanto, já perceberam que não ando com muita disponibilidade para vir aqui ao blog. Apanhei um voo da Nova Zelândia para os EUA no final de Março e tenho estado pela Califórnia durante as últimas semanas. E têm sido dias maravilhosos. Não que os anteriores não tenham sido. Na verdade não tenho palavras suficientes para descrever esta viagem, os sítios lindíssimos que tenho visitado e as pessoas especiais que tenho conhecido. O que me afasta aqui do blog é a dificuldade que tenho em escrever o que se tem passado. Mas em contrapartida tenho tirado muitas fotografias. E apesar de não concordar a 100% com o ditado "uma imagem vale mais que mil palavras", no meu caso, as fotografias que tenho tirado compensam o facto de não estar a escrever aqui no blog. Para quem quiser espreitar os sítios por onde tenho passado desde que comecei a viagem aqui fica o Pacific Diary. Afinal são duas novidades…! 
Mas voltando ao convidado, conheci o Zach na quinta onde fiquei em Arroyo Grande, entre São Francisco e Los Angeles. A quinta, The Sweet Pea Farm, é um sonho, as donas são duas das pessoas mais simpáticas e bondosas que conheci na minha vida, e o Zach entre muitas outras coisas, é um foodie! Trabalhou em vários restaurantes, viaja com o seu starter de massa de pão com 2 anos de idade e cozinhou várias receitas durante a minha estadia na quinta. Uma delas foi Challah.


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Today I have something new. For the first time I have a guest here on the blog! Meanwhile, as you might have noticed, I haven't been around here. I caught a plane from New Zealand to the USA by the end of March and have been hanging around in California for the past weeks. Needless to say I'm having the time of my life. Not just now, but ever since this trip began. I truly have no words to adequately describe this trip, the more than beautiful places that I've been visiting and the special people  I've been meeting. What keeps me away from the blog is the hard time I have when trying to write. But I have been taking a lot of photos. And although I don't agree 100% with the saying "a picture is worth a thousand words", in a total absence of words at least I can give you pictures. Have a look at Pacific Diary which is the travel photography journal I started with this trip.
Let's get back to my guest, I met Zach on the farm I stayed in Arroyo Grande, between San Francisco and Los Angeles. The farm, The Sweet Pea Farm, is a dream, the owners are two of the nicest and kindest persons I've ever met in my whole life, and Zach, amongst other things, is a foodie! He worked in several restaurants, travels with his 2 year sourdough starter and cooked several recipes during my stay at the farm. One of them was Challah.



Challah (receita do Zach)

Para a massa:
2 1/2 chávenas de farinha de trigo
1/2 chávena de farinha de trigo integral
1/4 chávena de água, morna
3 ovos
1/4 chávena de óleo vegetal
2 c.sopa de mel
1 1/2 c.chá sal
2 c.chá de fermento para pão

Para pincelar:
1 ovo
1 c.sopa de água

Para polvilhar:
Sementes de sésamo ou de papoila

Numa tigela junte o fermento com a água. Gradualmente incorpore cerca de 1/4 de chávena de farinha. Pode ser menos mas o objectivo é que a mistura continue fluída, como se fosse massa para panquecas. Deixe repousar à temperatura ambiente durante 20 minutos aproximadamente, até ficar com uma aparência borbulhante ou espumosa. Misture o resto dos ingredientes líquidos e o sal e junte tudo à mistura fermentada. Gradualmente incorpore o resto da farinha, reservando cerca de 1/2 chávena, que apenas será adicionada se necessário enquanto estiver a amassar. É preferível ter uma massa mais para o húmida e ir adicionando a farinha conforme for preciso. A massa estará pronta quando tiver uma consistência macia, flexível e passar no teste windowpane. Deixe a massa repousar, levemente pincelada com óleo e coberta com filme, até ter o dobro do volume (aproximadamente 2 horas). Divida a massa em 6 partes, molde em forma de rolo e faça uma trança. Deixe a Challah repousar num tabuleiro de ir ao forno até dobrar o volume, à temperatura ambiente. Pré-aqueça o forno a 190ºC. Misture o ovo e a colher de sopa de água. Pincele a Challah com a mistura de ovo e água e polvilhe com as sementes. Coza durante 40 a 45 minutos até estar num tom castanho dourado.

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Challah (Zach's recipe)

For the dough:
2 1/2 cups unbleached white bread flour
1/2 cup whole wheat flour
1/4 cup water, at lukewarm temperature
3 eggs
1/4 cup vegetable oil
2 tbsp honey
1 1/2 tsp salt
2 tsp dried yeast


For the egg wash:
1 egg
1 tbsp water

To sprinkle on top:
Sesame or poppy seeds

In a bowl combine the yeast with the water. Slowly add up to 1/4 cup of flour. It could be less but the point is to have a mixture that looks like a fluid batter. Leave it resting for approximately 20 minutes at room temperature until nice and bubbly. Combine the rest of the wet ingredients and the salt and add it to the yeast mixture. Gradually add the rest of the flour, reserving about 1/2 cup, which you'll add only if necessary while you are kneading. It's always better to have it more on the wet side and add the flour as needed. Your dough will be ready when its smooth, pliable and passes the windowpane test. Leave the dough to rest, lightly tossed in oil and covered with plastic film, until doubled in size (approximately 2 hours). Divide the dough in 6 pieces, shape them in strands and braid the Challah. Rest the Challah on a baking tray until it doubles in size, at room temperature. Pre-heat oven to 375ºF. Make the egg wash beating the egg with 1 tbsp of water. Brush the Challah with the egg wash and sprinkle the seeds over the top. Bake for 40 to 45 minutes until golden brown. 





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Tuesday, January 21, 2014

Back in business

Estou em Hong Kong há duas semanas. Adaptar-me ao fuso horário foi uma tortura mas já passou. Adaptar-me à comida já é outra questão. Mas eu já sabia que ia ser complicado abraçar os costumes e gostos gastronómicos dos chineses e se formos a ver bem, comer dim sums todos os dias não é "palatavelmente" viável. Mas em Hong Kong alternativas ocidentais é o que não falta, certo? Certo. Mas tudo tem um preço e aqui é bem alto, tanto nos restaurantes como nos supermercados. Os melhores supermercados são lindos e estão bem apetrechados de todas as iguarias possíveis e imaginárias. Mas são cerca de 2 a 3 vezes mais caros do que em Lisboa - e eu já fazia as compras no Brio... Já num supermercado chinês, assim dos mais em conta, daqueles de bairro, é uma sorte se conseguir entrar a respirar pelo nariz. 

Bom, para cozinhar em casa tenho conseguido algo intermédio: frutas e vegetais ainda dá para comprar num ou noutro mercado de rua, lacticínios, carne e peixe, só importados, num supermercado intermédio. Pão decente aqui é um luxo do qual não consigo abdicar.

Claro que tenho aproveitado para experimentar vários restaurantes e cafés que vou partilhar convosco, mas tudo a seu tempo.

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I've been in Hong Kong for two weeks. Adapting to the time zone was a torture but it's ok now. Adapting to the food culture is a whole different thing. I knew that embracing the traditional and authentic chinese food would be very challenging, and to say the truth, eating dim sums every day it's just not tastily viable. Nevertheless, in Hong Kong western alternatives abound, right? Right. At a quite high price though, both at restaurants and supermarkets. The best supermarkets are beautiful and you can buy everything you can imagine. But the prices are maybe 2 to 3 times more than in Lisbon - and I used to shop at Brio, which is an organic supermarket. In a chinese supermarket, a cheap one, a local one,  and I'll be very lucky if I can enter one breathing through my nose. 

So, to cook at home I've manage something in between: fruits and vegetables can be bought in a street market, dairy, meat and fish, only imported and in an average supermarket. As for a good loaf of bread, let's say it's a luxury which I won't abdicate.

Of course I've been trying a lot of restaurants and cafés which I'll share with you soon.





















De compras feitas, o segundo desafio é cozinhar na cozinha do m. Quando se tem poucos utensílios, preparar uma refeição completa (nem digo complexa) é um trabalho que requer um minucioso planeamento. Mas eu gosto de cozinhar em modo frugal, sem grandes complicações e com menos loiça para lavar. 

Ontem à noite fiz esta granola de banana. Não segui nenhuma receita e não tenho quantidades para vos dar, mas inspirei-me totalmente na banana bread granola que aprendi a fazer num workshop da Sarah Britton. Basicamente, consiste em esmagar muito bem uma ou mais bananas muito maduras, consoante a quantidade de granola que queiram fazer, e junta-la aos ingredientes líquidos que normalmente usam na vossa granola - mel, maple syrup, agave, óleo de côco, manteiga. Como usei muitas bananas para poucos flocos de aveia, a mistura ficou mais humida que o habitual, e por isso aumentei o tempo no forno e baixei a temperatura para conseguir alcançar a textura crocante da granola.

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The second challenge after shopping is cooking in m.'s kitchen. When you don't have many utensils to cook with preparing a complete meal (let alone a complex one) is something that requires meticulous planning. But I do enjoy cooking in a frugal kind of way, no complications and little washing up to do afterwards. 

Last night I did this banana granola. I didn' follow any recipe and don't have quantities to give you, but I totally inspired myself in Sarah's Britton banana bread granola, which I learned to make in one of her workshops. Basically, you mash very ripe bananas and add it to the wet ingredients you normally use when making granola - honey, maple syrup, agave, coconut oil, butter. Because I used a lot of bananas compared to the amount of rolled oats the mixture was more moist than usual so I let it stay in the oven longer and at a lower temperature to achieve that crunchy texture that granola normally has.


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Sunday, October 06, 2013

Chocolate craving


Este desejo intenso de comer chocolate começou em Copenhaga, com um pacote de granola de chocolate comprado num supermercado qualquer, que comi quase todo "à colher", sem mais nada. Há anos que não tinha um desejo tão intenso de comer chocolate e na semana passada até comi uma fatia de salame de chocolate. E um Kit Kat. Loucura. Total. Não podia continuar assim. E este fim-de-semana, procurei uma receita que me parecesse bem achocolatada mas ao mesmo tempo saudável. Encontrei esta receita de granola do blog Yummy Mummy Kitchen. Adaptei-a ligeiramente, consegui torná-la um pouco mais saudável, com a troca de parte da aveia por trigo sarraceno (fiquei fã desde o workshop da Sarah Britton) e outra parte por sementes de girassol. 


Granola de Chocolate

2 chávenas de flocos de aveia grossos
1 chávena de trigo sarraceno
1 chávena de sementes de girassol
1 chávena de chips de coco, ou coco ralado
1 chávena de nozes, avelãs e amêndoas picadas (proporção a gosto)
1/2 c. chá de sal
1/3 chávena de cacau em pó
1/3 chávena de maple syrup
1/4 chávena de açúcar de coco
1/3 chávena de óleo de coco, derretido
1/2 c. chá de extracto de baunilha
Uma pitada de canela
1/3 de chávena de chocolate em barra picado

Pré-aqueça o forno a 170ºC. Numa tigela bem grande misture bem o cacau, o maple syrup, o óleo de coco, o açúcar de coco, o extracto de baunilha e a canela. Adicione os flocos de aveia, o trigo sarraceno, as sementes, o coco, os frutos secos e o sal e misture bem. Deite sobre um tabuleiro forrado com papel vegetal e leve ao forno durante 25 minutos, mexendo de vez em quando. Retire do forno e espalhe o chocolate por cima da granola e misture - o chocolate vai derreter porque a granola está muito quente. Se preferir deixe a granola arrefecer e junte o chocolate depois. Sirva com leite de aveia frio, pedaços de pêra madura e framboesas.

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This intense craving for chocolate started in Copenhagen, with a chocolate granola pack I bought in a supermarket, which I ate with a spoon, by itself. It had been years since I craved chocolate so intensely and last week I even had a slice of chocolate salami (it's a traditional Portuguese dessert). And a Kit Kat. Total craziness. I couldn't keep on like this. So this weekend, I searched for a very chocolaty but still healthy recipe. I found this granola recipe on the blog Yummy Mummy Kitchen. I adapted it slightly, made it a bit more healthy by substituting part of the oats for buckwheat (became a buckwheat fan since Sarah Britton's workshop) and another part for sunflower seeds.

Chocolate Granola

2 cups oats
1 cup buckwheat 
1 cup sunflower seeds
1 cup coconut chips or shredded coconut
1 cup walnuts, hazelnuts and almonds, chopped (you can choose the proportion you prefer)
1/2 tsp salt
1/3 cup cocoa powder
1/3 cup maple syrup
1/4 cup coconut sugar
1/3 coconut oil, melted
1/2 tsp vanilla extract
Pinch of cinnamon 
1/3 cup chocolate, chopped

Pre-heat the oven to 170ºC. In a big bowl stir the cocoa powder, maple syrup, coconut sugar, coconut oil, vanilla and cinnamon. Add the oats, buckwheat, sunflower seeds, coconut, dried fruits and salt and mix everything very well. Spread over a tray, previously lined with baking paper, and bake for 25 minutes, stirring occasionally. Take it out of the oven and spread the chocolate bits over the granola - the chocolate will melt because the granola will be very hot. If you prefer, let the granola cool to room temperature before adding the chocolate. Serve with cold oat milk, ripe pieces of pear and raspberries.

Este fim-de-semana também voltei à minha jardinagem. O jardim está a ficar cada dia mais bonito e limpo. E eu cada dia fico mais feliz! 
Aqui ficam uns links/sites inspiradores para a semana que se aproxima.





O Rip Curl Pro 2013 começa esta semana e aqui ficam dois videos - um, dois - para ficarem no tema, mas num registo diferente...! 

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This weekend I've also did some gardening again. The garden is getting prettier and cleaner. And I'm getting happier!
Here are a few inspiring links/websites for the coming week.






Rip Curl Pro 2013 starts this week in Peniche, so get in the mood, in a different perspective, and see these two videos - one, two.




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Thursday, May 16, 2013

Galette de morangos & mirtilos \\ Strawberries & blueberries galette



Têm algum fruto silvestre preferido? Eu tenho uma predilecção por mirtilos. Então em bolos, adoro! Gosto da maneira como "explodem" dentro da massa e como tudo à volta fica roxo, doce e sumarento. 
E desde que fiz estes scones, também fiquei adepta de cozinhar com morangos - que até essa altura preferia ao natural. 
Desta vez, juntei os dois numa galette, que é uma espécie de tarte rústica, espalmada. 

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Do you have a favorite berry? My favorites are blueberries. I love them in cakes! I like the way they kind of explode inside the dough and how they leave everything purple, sweet and juicy.
And since I've made these scones, I've also became very keen on cooking with strawberries - until that time I'd preferred to eat them raw.

This time, I've put them together in a galette, which is a kind of rustic, freeform, flat tart.





Galette de morangos & mirtilos (adaptada daqui)

Para a massa:
1 1/2 chávena de farinha de espelta
1/2 chávena de óleo de côco, sólido
1 c.sopa sementes de papoila
1 pitada de sal
1/4 chávena de água bem fria
1 c.sopa de mel

Para o recheio:
1 chávena de morangos cortados ao meio
1/2 chávena de mirtilos
2 c. sopa de mel
1/3 vagem de baunilha
1 c.sopa de farinha de espelta

Numa tigela misture a farinha, as sementes de papoila e o sal. Junte o óleo de côco e com a ponta dos dedos una o óleo à farinha, até a massa parecer areada. Junte a água e o mel e forme uma bola. Guarde a massa no frigorífico, durante 30 minutos, enquanto prepara os frutos e pré-aquece o forno a 180ºC. Misture o mel com  as sementes e a vagem de baunilha e junte os morangos e os mirtilos. Polvilhe com a farinha e mexa suavemente. Estenda a massa sobre uma folha de papel vegetal e coloque no centro os frutos. Dobre as bordas sobre os frutos e leve ao forno por 30 minutos. Sirva a galette morna ou à temperatura ambiente.

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Strawberries & blueberries galette (adapted from here)

For the dough:
1 1/2 cups spelt flour
1/2 cup coconut oil, solid
1 tbsp poppy seeds
1 pinch of salt
1/4 cup iced water
1 tbsp honey

For the filling:
1 cup strawberries, cut in half
1/2 cup blueberries
2 tbsp honey
1/3 vanilla pod
1 tbsp spelt flour

In a bowl mix the flour, poppy seeds and salt. Add the coconut oil and with your fingertips work the dough until it reassembles breadcrumbs. Add the water and honey and form a ball. Put the dough in the refrigerator for 30 minutes while preparing the fruits and preheat oven to 180°C. Mix the honey with the seeds of the vanilla pod (add the pod as well) and add the strawberries and blueberries. Sprinkle with flour and stir gently. Roll out the dough on a sheet of parchment paper and place the fruit  in the center. Fold the edges over the fruit and bake for 30 minutes. Serve the galette warm or at room temperature.

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Friday, April 12, 2013

Mornin


A primeira coisa que faço assim que acordo é tomar o pequeno-almoço. Foi um hábito que a minha mãe me passou. Quando ainda estudava e vivia com ela, tomávamos as duas o pequeno-almoço juntas, ainda de pijama, e tínhamos grandes conversas filosóficas sobre o mundo, sobre as pessoas, sobre a vida. As manhãs sempre foram a minha parte do dia preferida: os problemas e o cansaço do dia anterior dispersaram durante a noite, tudo está calmo e límpido; as manhãs têm a leveza de um dia ainda não vivido e ao mesmo tempo a esperança que as próximas horas se revelem maravilhosas.

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The first thing I do when I wake up is have breakfast. This was a habit I got from my mother. When I was still studying and living with her we used to have breakfast together, with our pijamas still on, and we had long conversations about the world, about people, about life. Mornings have always been my favorite part of the day: the problems and tiredness from the previous day dispersed during the night, all is calm and clear; mornings have the lightness of a day that is yet to be lived and at the same time the hope that the next hours may prove to be wonderful.


Com o tempo quente a aproximar-se, o que acham de substituir as papas de aveia por Bircher Muesli? Eu fui ver a receita de Bircher muesli ao site my new roots e confesso que a primeira vez que experimentei não gostei. Achei desenxabido, com uma textura pouco agradável... fiquei desiludida. É verdade que não fiz o muesli com o doce de morango, pois ainda não estavam na época, e isso pode ter contribuído para este primeiro impacto negativo. Depois dessa vez, fiz algumas experiências: juntei canela, banana, casca de laranja, casca de limão e quando dei por mim, estava completamente rendida! (com casca de limão e canela é quase como comer um arroz doce muito saudável!)

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With the warm weather coming, how about replacing your cooked oats for Bircher Muesli? I took a look at the recipe for Bircher muesli on my new roots website but I must confess that the first time I tried it I did not like it. I thought it was bland and the texture wasn't that good - I was disappointed. Truth be said I did not make the strawberry jam that kind of was part of the recipe, mainly because it wasn't strawberry season, and this may have contributed to this negative impact. After this first time, I did some experiments: I added cinnamon, banana, orange peel, lemon peel and suddenly I found myself completely redered to this recipe! (with lemon peel and cinnamon is almost like eating a very healthy - portuguese - rice pudding!)



Bircher Muesli (adaptado do site My New Roots)

1 ou 2 chávenas de flocos de aveia (na minha opinião, quanto maiores os flocos melhor)
1 c. sopa de sementes de chia
Algumas gotas de sumo de limão
Leite q.b (eu faço com leite de arroz, mas podem usar outro)
Aromas extra: extracto de baunilha, casca de laranja, casca de limão, cardamomos
Para servir: mais leite, maple syrup, mel, agave, fruta fresca (banana, maçã, frutos silvestres ou tropicais), canela em pó

Numa taça misture a aveia, as sementes de chia, o sumo de limão e leite suficiente para cobrir tudo. Pode juntar ainda um aroma extra. Tape e deixe repousar no frigorífico durante a noite. No dia seguinte de manhã, retire do frigorífico e deixe ficar à temperatura ambiente (é a melhor temperatura para se comer o Bircher Muesli). Junte mais leite se gostar, adoce com maple syrup (ou agave ou mel), junte fruta e polvilhe com canela em pó. Pode comer tudo ao pequeno-almoço ou guardar num frasco e levar consigo para um lanchinho a meio da manhã ou a meio da tarde.

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Bircher Muesli (adapted from My New Roots website)

1 or 2 cups of oatmeal (in my opinion, the bigger the grains the better)
1 tbsp of chia seeds
A few drops of lemon juice
Milk (I use rice milk, but you can use another one)
Extra flavorings: vanilla extract, orange peel, lemon peel, cardamoms
To serve: more milk, maple syrup, honey, agave, fresh fruit (bananas, apples, berries or tropical fruit), cinnamon

In a bowl mix the oats, chia seeds, lemon juice and enough milk to cover everything. You can still add an extra flavor from the list. Cover and leave it in the refrigerator overnight. In the next morning, remove from refrigerator and let it stand at room temperature (Bircher Muesli is best eaten at room temperature). Add more milk if you like, sweeten with maple syrup (or agave or honey), add fruit and sprinkle with cinnamon. You can eat it all for breakfast or put it in a jar and take with you for a  mid-morning or mid-afternoon snack.





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Friday, February 10, 2012

Sugestões para o pequeno-almoço


É indiscutível que o pequeno-almoço é a refeição mais importante do dia. Aqui pelo blog, uma das tags que mais utilizo é mesmo a dos pequenos-almoços. Para mim, vale quase tudo logo de manhã: cereais, bolos, queques, torradas, bruschettas, ovos, vegetais, fruta, queijos, um sem fim de alternativas, umas mais saudáveis do que outras. Sempre ouvi a minha mãe dizer que ao pequeno-almoço se pode comer de tudo, e eu, neste caso, até lhe dou ouvidos!


Quando era mais nova não gostava muito de comer logo pela manhã. Excepto aos fins-de-semana, quando ía para Azeitão com os meus pais, ter com a minha tia e os meus avós. Nesses dois dias, sábado e domingo, a minha avó preparava-me sempre o mesmo pequeno-almoço, que eu adorava: leite com chocolate (frio ou quente, conforme a estação) e dois paezinhos pequeninos, daqueles meio enfarinhados, com fiambre (sem manteiga, pois quando na altura não gostava nada de manteiga). É do mais simples que há, mas a mim sabia-me lindamente.


Só mais tarde, já adolescente, é que comecei a dar mais valor ao pequeno-almoço e a achá-lo mais interessante. Descobri os cereais de pacote, que agora troco por cereais caseiros, comecei a aventurar-me nas panquecas e nas waffles, nos bolos simples, de limão, de laranja, de iogurte. Só comecei a gostar de queijo muito tarde, por volta dos 20 e agora não há dia em que não tenha pelo menos um tipo de queijo no frigorífico, com preferência para os mais suaves e leves. Queijo e fruta então, adoro!


Tenham um fim-de-semana delicioso!

Nota: receita de granola aqui e dos hotcakes de ricotta aqui.


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Monday, December 12, 2011

Frutos secos com mel e iogurte


Começa a ser quase como que uma tradição passar os últimos dias de Agosto e o 2º fim-de-semana de Dezembro todos juntos em Azeitão. Venho eu e o meu irmão, mais a minha mãe e a minha tia. Ficamos, IN-VA-RI-A-VEL-MEN-TE, todos de “papo para o ar” durante todo o dia à frente da lareira e de todos os aquecedores possíveis e imaginários, estado que só é interrompido para nos deslocarmos à cozinha para comer! A cozinha nestes dias está sempre muito bem recheada: muita variedade de pão, fruta, bolo (de limão), empadinhas de galinha e croquetes, frango assado com batatas, peixe no forno com vegetais, tudo num equilibrio perfeito entre o "comprado feito" e o "homemade".


Para o pequeno-almoço tinhamos este frasco de frutos secos com mel que minha mãe trouxe de uma viagem que ela fez com umas amigas a Istambul, há cerca de um mês atrás. Dada a sua extrema doçura e riqueza de sabores e textura, faz o par perfeito a umas boas colheres de iogurte grego, bem fresco e cremoso.



Não acham que este frasco de frutos secos com mel é uma óptima ideia para fazer em casa e oferecer pelo Natal? Porque não tentar esta receita: http://www.marthastewart.com/269768/gift-in-a-jar

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Thursday, October 20, 2011

Um bolo clássico e umas leituras para o fim-de-semana


O BOLO:

* French-Style Yogurt Cake with lemon, de um dos meus blogs preferidos, Orangette, com um icing adicional feito com uma chávena de açúcar em pó e 3 c.sopa de sumo de limão;


AS LEITURAS:

* Também um favorito de longa data, o blog Wit&Delight

* Le Love, um blog dedicado ao amor, com tudo o que tem de bom e de mau;

* Blinks of life, um tumblr com frases inspiradoras para o dia-a-dia;



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